Brasil reduz para 10,8% o sub-registro de mortes infantis

Taxa de óbitos de menores de 1 ano sem registro caiu de 15,3% em 2015 para 10,8% em 2024

A taxa de sub-registro de óbitos de menores de 1 ano no Brasil caiu de 15,3% em 2015 para 10,8% em 2024, segundo estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicadas nesta 4ª feira (20.mai.2026). 

Os dados mostram forte desigualdade regional, com maior sub-registro nas regiões Norte (26,55%) e Nordeste (17,58%). Já o Sudeste apresenta os menores níveis, com 2,67%, seguido pelo Sul (2,96%) e pelo Centro-Oeste (5,86%).

As duas piores unidades da Federação são o Amapá (43,05%) e o Pará (37,36%). O Distrito Federal (0,27%) e o Rio de Janeiro (0,77%) têm os menores índices de sub-registro de óbitos de menores de 1 ano.

Segundo o IBGE, a falta de notificação de casos compromete o monitoramento da mortalidade infantil no país e prejudica a formulação de políticas públicas voltadas à 1ª infância, uma vez que parte dos óbitos de menores de 1 ano não é incorporada às estatísticas oficiais. Isso reduz a precisão dos indicadores e dificulta a compreensão real da situação da saúde infantil no Brasil.

Fonte: https://www.poder360.com.br/poder-brasil/brasil-reduz-para-108-o-sub-registro-de-mortes-infantis/

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