Michael Olise escolhe calçado por conforto e combina com uniforme; marcas dominam a seleção brasileira
O jogador da seleção de futebol da França, Michael Olise, não tem contrato de patrocínio com nenhuma marca de chuteiras. O atleta escolhe o calçado por motivos estéticos e de conforto.
Embora use com frequência produtos da Nike, ele não tem contrato oficial com a empresa. Olise já testou chuteiras de concorrentes como Adidas e New Balance. A cor precisa combinar com o uniforme —camisa, calção ou meião. Jogador do Bayern de Munique, ele já utilizou calçados brancos, vermelhos e azuis, alternando entre modelos mais antigos e lançamentos.
Veja exemplos:
Segundo reportagem do jornal francês L’Équipe, pessoas próximas a Olise declararam que ele não tem interesse em eventuais contratos comerciais.
A situação de Olise é incomum. Jogadores profissionais costumam fechar parcerias com marcas de chuteiras logo no início da carreira.
Na seleção brasileira, a Nike patrocina 13 dos 26 atletas convocados. A Adidas patrocina 9 atletas, a Puma apoia 3 e a New Balance tem apenas 1, o atacante Endrick. A Puma paga cerca de 23 milhões de libras por ano (R$ 157 milhões) a Neymar.
CHUTEIRAS NA COPA
As diferentes cores no calçado de Olise se destacam em uma Copa com chuteiras predominantemente rosa. Marcas como Nike, Adidas, Puma e New Balance preferiram a cor por ser vibrante e chamar a atenção do espectador.
A chuteira preta era o padrão universal entre jogadores de diferentes países e gerações. Só a partir dos anos 2000 as marcas investiram mais em modelos fluorescentes.