O principal objetivo da Pax Silica é construir uma rede de fornecedores, investidores e compradores de confiança
Os Estados Unidos lançaram em dezembro de 2025 a Pax Silica. O grupo virou a principal iniciativa em inteligência artificial do Departamento de Estado norte-americano. Segundo o país, a organização é uma forma de “aprofundar parcerias econômicas por meio de esforços conjuntos em práticas de segurança de investimento, infraestrutura e incentivos”.
A organização conta com signatários influentes na cadeia de produção global de IA.
União Europeia, Reino Unido e Coreia do Sul são alguns dos 24 signatários do projeto norte-americano.
Eis a lista de países signatários da Pax Silica:
Alemanha;
Argentina;
Austrália;
Cazaquistão;
Coreia do Sul;
Costa Rica;
El Salvador;
Emirados Árabes Unidos;
Filipinas;
Finlândia;
Grécia;
Holanda;
Índia;
Israel;
Itália;
Japão;
Noruega;
Panamá;
Qatar;
Reino Unido;
Sérvia;
Singapura;
Suécia;
União Europeia.
Taiwan endossou os princípios da declaração da Pax Silica por meio de uma declaração conjunta com o governo norte-americano, mas o país não é signatário do acordo.
Autoridades dos EUA afirmam que a concentração da infraestrutura em países aliados ajuda na inovação da tecnologia. O grupo busca construir uma rede de fornecedores, investidores e compradores de confiança.
“Acreditamos na mobilização do imenso poder criativo e financeiro da iniciativa privada e do empreendedorismo para tornar nossos cidadãos mais prósperos, nossas nações mais fortes e nossas cadeias de suprimentos mais seguras”, declarou o governo norte-americano.
Com o lançamento da organização, os EUA e a China estão agora em frentes opostas em relação à governança e cooperação global. A China está à frente da Waico (Organização Mundial para Cooperação em Inteligência Artificial), lançada em 17 de julho de 2026.
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