Governador interino do RJ é aprovado por 52,9%, diz pesquisa

Futura/Apex mostra que 38,5% dizem desaprovar a gestão de Ricardo Couto; margem de erro é de 3,1 pontos

Levantamento da Futura/Apex, divulgado nesta 4ª feira (6.mai.2026), mostra que 52,9% dos eleitores do Estado do Rio de Janeiro dizem aprovar a atuação do governador interino, o desembargador Ricardo Couto. Já 38,5% declaram desaprovar o desempenho, enquanto 8,6% não souberam ou não responderam.

Já na pesquisa sobre a avaliação do governo, 31,6% classificam a gestão como “ótima” ou “boa”, 31,3%, como “regular”, e 27,9%, como “ruim” ou “péssima”. Outros 8,6% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 1.000 eleitores fluminenses de 22 a 24 de abril. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02139/2026 e custou R$ 80.000, sendo financiado com recursos próprios.

A Apex Partners foi fundada em 2013. É uma plataforma brasileira de serviços financeiros e investimentos que atua com gestão de recursos, investment banking, assessoria (advisory) e research, com forte presença em mercados fora do eixo Rio-SP. Dentre os serviços oferecidos estão investimentos alternativos (real estate, private equity, venture capital) e gestão de patrimônio (wealth management). A holding comprou a empresa de pesquisas Futura Inteligência em 2022.

GOVERNO INTERINO & STF

O Estado do Rio de Janeiro tem agora um governador interino, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Couto. Sendo o 4º na linha sucessória, Couto assumiu o governo fluminense em 23 de março. O ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou, em tentativa de escapar da cassação do mandato no Tribunal Superior Eleitoral. Não deu certo. Antes, o vice, Thiago Pampolha, havia renunciado, em maio de 2025, para assumir cargo no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. 

A 3ª opção era o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Rodrigo Bacellar (União Brasil). Contudo, ele foi afastado pelo Supremo Tribunal Federal após ser preso sob suspeita de ligações com a facção Comando Vermelho. Bacellar também foi cassado pelo TSE, no mesmo julgamento de Castro. Ambos estão inelegíveis até 2030.

O caso está no STF. A Corte deve decidir como será a eleição de um mandato tampão (por eleições indiretas ou diretas) até janeiro de 2027, quando o candidato eleito nas eleições diretas de outubro deve assumir o posto. Até a decisão da Corte, o ministro Cristiano Zanin determinou que Ricardo Couto seja mantido no cargo. O processo está parado por pedido de vista do ministro Flávio Dino desde 4 de abril. Mesmo com o pedido, 3 ministros quiseram antecipar o voto em virtude da “urgência do caso”. Eis como está o placar:

Eleições diretas –

Eleições indiretas –

Luiz Fux;
André Mendonça;
Nunes Marques;
Cármen Lúcia.

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Fonte: https://www.poder360.com.br/poder-pesquisas/ricardo-couto-pesquisa-avaliacao/

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