Presidente dos EUA foi retirado do local depois que um homem furou a barreira de segurança
Autoridades mundiais usaram as redes sociais para enviar mensagens de solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano) depois que um homem furou a barreira de segurança do jantar com os jornalistas setoristas na Casa Branca. O evento foi realizado com o 1º escalão do governo, profissionais de mídia e convidados, em Washington, no sábado (25.abr.2026). O republicano foi retirado às pressas do local.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (MSV, esquerda), disse condenar “veementemente o ocorrido” e declarou que “a violência nunca é uma opção para aqueles que defendem os valores da paz”.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum (Morena, esquerda), declarou que a “violência nunca deve ser o caminho”.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney (Partido Liberal, centro-esquerda), escreveu no X estar “aliviado” que o presidente dos EUA, a primeira-dama, Melania Trump, e todos os convidados estão bem.
“A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador”, declarou.
Anthony Albanese, primeiro-ministro da Austrália, afirmou que está “satisfeito” que Trump e os demais presentes no evento estão bem. “Aplaudimos o trabalho do Serviço Secreto e das agências de aplicação da lei por sua ação rápida”, escreveu.
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi (BJP, direita), disse estar “aliviado” que Trump saiu “ileso” do ocorrido. “Estendo meus melhores desejos por sua segurança e bem-estar contínuos. A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser inequivocamente condenada”, escreveu.
Sanae Takaichi (PLD, direita), primeira-ministra do Japão, afirmou estar aliviada que Trump está bem depois do “aterrorizante” ataque. Ela declarou que “a violência nunca pode ser tolerada em qualquer lugar do mundo”.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif (PML-N, direita), se disse “profundamente chocado” pelo “perturbador” ataque. “Aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e outros participantes estão seguros. Meus pensamentos e orações estão com ele, e desejo-lhe segurança e bem-estar contínuos”, escreveu.
Kaja Kallas, Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, declarou estar “aliviada” que os presentes estão bem.
“Um evento destinado a homenagear uma imprensa livre nunca deveria se tornar uma cena de medo. Desejo ao oficial ferido uma recuperação rápida”, escreveu, referindo-se ao agente do Serviço Secreto dos EUA que foi baleado durante o ataque.
ATAQUE AO JANTAR DE TRUMP
Leia abaixo o que se sabe até agora:
o que houve – um homem armado furou a barreira de segurança durante um evento com Trump, o Serviço Secreto reagiu e tiros foram disparados;
o que era o evento – o tradicional jantar com os jornalistas setoristas na Casa Branca, realizado em 25 de abril de 2026 no Washington Hilton Hotel, na capital dos EUA, com o republicano, o 1º escalão do governo Trump, profissionais da mídia e convidados;
Trump escoltado – assim que os tiros foram ouvidos, o Serviço Secreto retirou o republicano às pressas do jantar;
quem é o suspeito – Cole Allen tem 31 anos, é engenheiro formado pela Caltech e morava na Califórnia. Ele portava duas armas de fogo e várias facas no momento em que foi imobilizado pelo Serviço Secreto. Está sob a custódia das autoridades;
“lobo solitário” – após o ataque, Trump falou a jornalistas e disse acreditar que Cole Allen agiu sozinho –ele também postou uma foto do homem em seu perfil nas redes sociais;
feridos no ataque – Trump afirmou que ele, a primeira-dama Melania, o vice-presidente, JD Vance, e os demais integrantes do governo que estavam no jantar estão bem, mas que um agente do Serviço Secreto foi baleado. Disse ter conversado com o oficial, que está bem e vestia um colete à prova de balas.