Cláudio Birolini diz que já pediu exames para checar o quadro do ex-chefe do Executivo; preso, Bolsonaro foi levado ao hospital após apresentar calafrios e episódios de vômito
O médico Cláudio Birolini informou ao Poder360 que está saindo de São Paulo para Brasília para avaliar a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi levado ao Hospital DF Star nesta 6ª feira (13.mar.2026) depois de passar mal.
Birolini afirmou que já solicitou exames para analisar o quadro clínico de Bolsonaro. “Estou saindo de SP às 12:00. Já pedi os exames para vê-lo lá”, disse.
Bolsonaro foi levado de ambulância ao hospital depois de apresentar calafrios e episódios de vômito, segundo informou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Birolini informou ao Poder360 que Bolsonaro “teve febre e queda de oxigênio no sangue“. “Vamos investigar”, concluiu.
O ex-presidente está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
Bolsonaro chegou ao hospital às 8h50. Assista ao momento (1min38s):
O ex-presidente enfrenta uma série de problemas de saúde relacionados ao ataque a faca sofrido durante a campanha presidencial de 2018. No fim de 2025, ele foi internado para realizar uma cirurgia de correção de hérnia inguinal bilateral e recebeu alta em 1º de janeiro.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) também comentou o episódio nas redes sociais. Disse ter recebido a informação de que o pai estava sendo levado ao hospital e pediu apoio de aliados.
“Essa perseguição parece não ter fim, nós buscamos forças para continuar e eu confesso a vocês que está difícil! Um homem que não desviou um único centavo dos cofres públicos, nunca desrespeitou a Constituição e está sendo tratado pior que os criminosos mais corruptos do Brasil. Peço que intercedam pelo meu pai e não desistam de lutar por nossa liberdade. O Brasil precisa vencer e essa perseguição tem de acabar”, escreveu.
Bolsonaro já havia apresentado episódios recentes de mal-estar. Em 20 de fevereiro, Carlos informou que o pai teve uma crise de vômitos, sem detalhar se houve necessidade de atendimento médico. Dias antes, em 16 de fevereiro, o ex-vereador afirmou que o ex-presidente havia passado mal e estava sendo monitorado.