Decisão veio depois da análise de 2 mil arquivos; animal foi submetido à eutanásia
A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis arquivou o caso sobre a morte do cão Orelha, na Praia Brava, a pedido do Ministério Público de Santa Catarina. O Tribunal de Justiça do Estado confirmou a informação nesta 6ª feira (15.mai.2026).
“Importante esclarecer que quando o Ministério Público requer o arquivamento de um procedimento criminal dentro dos parâmetros legais, o Poder Judiciário não pode dar prosseguimento ao processo por iniciativa própria”, explicou o TJ-SC, em nota.
Em 12 de maio, o MP-SC informou que, depois da análise de 2 mil arquivos, vídeos e laudos técnicos, concluiu que o cão Orelha não foi morto por agressão de um grupo de adolescentes. O órgão pediu à Justiça o arquivamento do caso. O processo corre em segredo de Justiça.
Segundo a análise feita pela promotoria, os adolescentes e Orelha “não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão”. O órgão afirma que a morte de Orelha, que foi submetido à eutanásia, aconteceu devido a uma “condição grave e preexistente, e não à agressão”.
Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 15 de maio de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.