Comediante afirma que piada sobre Melania, feita dias antes de ataque em jantar, se referia à diferença de idade do casal
O apresentador norte-americano Jimmy Kimmel negou ter incitado violência contra o presidente Donald Trump (Partido Republicano) ao fazer uma piada sobre a primeira-dama, Melania Trump, dias antes do ataque ao jantar em que estava presente o republicano.
A declaração foi feita na 2ª feira (27.abr.2026), durante seu programa noturno na ABC, o “Jimmy Kimmel Live!”. “Foi uma piada bem leve sobre o fato de que ele tem quase 80 anos e ela é mais nova do que eu. Não foi, de forma alguma, um incitamento ao assassinato”, afirmou. Melania tem 56 anos.
Eis a piada, feita no programa de 5ª feira (23.abr) e que emula o tradicional jantar do presidente com os jornalistas setoristas na Casa Branca: “Nossa primeira-dama, Melania, está aqui. Olhem para Melania, tão linda. Sra. Trump, você tem um brilho de futura viúva”.
Jimmy Kimmel made a joke about Melania Trump during his mock speech for the White House Correspondents’ Dinner
“Our First Lady is here. Mrs. Trump… you have a glow like an expectant widow”
Donald Trump is now demanding Disney fires him pic.twitter.com/qkFKHXYqw5
— Culture Crave 🍿 (@CultureCrave) April 27, 2026
Em post na Truth Social na 2ª feira (27.abr), Trump citou o ataque no sábado (25.abr), e disse que Kimmel realizou um “desprezível apelo à violência” com sua piada. Pediu a demissão do comediante pela ABC e a Disney, dona da emissora.
No X, a primeira-dama disse que o monólogo de Kimmel sobre sua família não era comédia. “Suas palavras são corrosivas e aprofundam a doença política dentro da América”, afirmou.
Melania pediu à emissora para tomar uma decisão sobre o comediante e questionou “quantas vezes a liderança da ABC vai permitir o comportamento atroz de Kimmel às custas de nossa comunidade”.
A atual intriga reacende o impasse entre a Casa Branca e o comediante. Em 2025, o programa ficou quase 1 semana suspenso pela emissora por causa de comentários do apresentador sobre a repercussão do assassinato do ativista de direita Charlie Kirk, que foram alvo de críticas do republicano.