José Seripieri, dono da Amil e amigo de Lula, foi o único empresário convidado para a sessão em que todos assistiram ao filme “Ainda estou aqui”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja da Silva, publicaram em suas redes sociais uma foto com todos os convidados para a sessão de exibição do filme “Ainda Estou Aqui” no Palácio da Alvorada, realizada na 2ª feira (24.fev.2025).
Dentre os convidados esteve José Seripieri, único empresário presente no evento. Ele é fundador da Qualicorp e hoje dono da Amil, além de ser amigo próximo do presidente Lula. Foi responsável por avisar ao médico pessoal de Lula, Roberto Kalil Filho, que o presidente não estava bem, resultando em uma operação às pressas, em dezembro de 2024.
Veja em detalhes quem foram os convidados do “Cine Alvorada” presentes na foto compartilhada por Lula e Janja:
João Francisco Paiva Avelino, o Chico Paiva, é formado em relações internacionais pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Atualmente é diretor do Departamento de Descarbonização e Finanças Verdes do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Candidatou-se a vereador por São Paulo em 2020, pelo PSB –não foi eleito. Já João Henrique Paiva Avelino, o Juca Paiva, é economista pela USP (Universidade de São Paulo). Ambos são filhos de Vera Paiva, a filha mais velha de Rubens e Eunice.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e suas respectivas mulheres também foram ao “Cine Alvorada”. Os congressistas foram convidados pessoalmente por Janja.
“Importante falar sobre como o cinema brasileiro pode resgatar a nossa memória, de um período que foi tão triste da história e que não podemos nos esquecer nunca do que aconteceu no Brasil. Então, o filme ‘Ainda Estou Aqui’ reaviva a nossa memória, traz esses sentimentos difíceis, mas que é importante a gente não esquecer”, disse Janja em vídeo compartilhado em seu perfil no Instagram.
Lula e Janja queriam assistir ao filme indicado ao Oscar havia meses, mas a logística de irem a um cinema comum era considerada inviável. Com apoio do Ministério da Cultura, Janja e sua equipe entraram em contato com a produção do longa para viabilizar a sessão privativa.